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Militantes da CUT, MST e PT queimam a bandeira do Brasil.





 Circulam nas redes sociais e em toda Internet, vídeos e reportagens polêmicas com denúncias sobre os Protestos do PT, CUT, MST e centrais sindicais. Jovens queimando a bandeira do Brasil – o que isso significa??? Vejam o link e confiram a barbaridade socialista desses animais:

Manifestantes violam a bandeira do Brasil com símbolos da Anarquia.

Quais são os objetivos destes grupos?

Foto: UOL

Enganado. Esse é o sentimento do cidadão que saiu de sua residência para protestar por melhores condições e pela dignidade nacional.

Seduzidos por movimentos ligados a partidos políticos e até mesmo ao governo federal, a população ingênua serviu de “massa de manobra” para os espertos socialistas que voltaram a agir. Quem pensava que os ideais comunistas já haviam desaparecido no Brasil com a ascensão do PT à burguesia, viu que ele estão muito vivos e conseguem iludir milhares de pessoas.

Era de se desconfiar de protestos iniciados somente em capitais governadas por outros partidos que não o PT.  O grupo mais atuante, o Movimento Passe Livre – MPL, de São Paulo, dito inicialmente sem liderança, apartidário e livre de ideologias, já em junho apresentava a famosa Mayara Vivian, estudante e garçonete – símbolo perfeito da desigualdade social, como cabeça do grupo. A jovem, que concedeu inúmeras entrevistas, rejeitava ser chamada de líder, mas ditava suas leis, afirmando que eram “anticapitalistas e contra qualquer tipo de opressão”.  No auge dos protestos, o Senador Eduardo Suplicy e outros membros do PT eram vistos com os líderes do MPL.

No Rio de Janeiro e em Porto Alegre não foi diferente. Nesta última capital, grupos ligados a partidos políticos como PSOL e PSTU invadiram e sitiaram até mesmo a Câmara Municipal, mantendo lá uma espécie de QG do movimento.

A agenda das reivindicações comunistas só poderia incluir demandas alopradas, tal qual a tarifa zero: como se um veículo de transporte coletivo fosse capaz de rodar sem combustível, sem o trabalho remunerado de Motoristas e Cobradores e sem a manutenção necessária, ou como se o governo pudesse subsidiar o tráfego de milhares de pessoas sem refletir diretamente em impostos cobrados dos cidadãos de bem. Outra característica marcante destes movimentos comunistas/socialistas é a baderna, o vandalismo, o quebra-quebra. Quando não conseguem atingir o seu intento apenas com gritos, acabam por depredar, anarquizar e aterrorizar, disso entende muito bem a presidente Dilma, conhecida guerrilheira.

Em Porto Alegre, os jovens baderneiros, em sua maioria de classe média alta, estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iam para os protestos utilizando seus carros. Ora, vão de carro reclamar do preço da passagem do ônibus?

É no mínimo irracional esta prática. Reclamar da falta de ônibus e queimar os poucos que estão disponíveis. Censurar os gastos públicos e vandalizar o patrimônio nas ruas. Criticar a corrupção e se aliar aos ilegais.

Infelizmente os que simpatizam com este movimento e com este tipo de protesto, estão alimentando a Besta. Aproveitando-se do claro e amplo descontentamento popular, esses jovens vermelhos conseguiram arregimentar uma população incauta e insatisfeita, que serviu para engrossar suas fileiras. Essa mesma população pode ver que hoje, nada de efetivo foi feito. A saúde, a educação, a segurança e a corrupção estão nos mesmos níveis de antes. O que mudou?

E não para por aí. No último dia 7, feriado nacional da Independência do Brasil, novamente setores ligados a esquerda e a partidos políticos, como o PT, saíram as ruas para vandalizar. CUT, MST e outros movimentos tentaram transformar a data tão importante, no dia D do ideário comunista. Em São Paulo, jovens subiram em monumentos para hastear a bandeira de Cuba, enquanto, na frente, seus companheiros queimavam a bandeira do Brasil.

Bandeira de Cuba é levantada enquanto a bandeira barsileira é queimada.

Fotos: Blog do Aluízio Amorim

Em Porto Alegre, militantes comunistas ultrajam o Pavilhão Nacional com a colocção dos símbolos do comunismo – foice e martelo

Foto: Blog do Aluízio Amorim

Os manifestantes liagados ao PT defendem o programa da Dilma de

importação de médicos cubanos e destacam a bandeira

da Ilha comunista em faixa que é carregada pelas ruas.

Foto: Blog do Aluízio Amorim

Os que consideram um exagero o último comunicado do Chefe da Casa Imperial do Brasil, falando sobre sua crescente preocupação com a atual situação do país, estão alienados por estes sedutores.

Como dizem os manifestantes: não são apenas 20 centavos. Na verdade, é o retorno de uma ideologia torpe e assassina.

É hora sim de um protesto verdadeiro, que nasça das ruas, que favoreça única e exclusivamente os brasileiros. Sem vícios, sem enganação, sem ilusão. Os brasileiros necessitam muito mais do que 20 centavos. Necessitam da restauração de sua dignidade, da afirmação da sua Soberania e de exemplos na vida pública.

Como seria bom viver nos tempos do Império, onde o governante servia ao povo e não se servia dele!

MST contra o Brasil

 

MST paraguaio queima Bandeira do Brasil

OPINIÃO

MST contra o Brasil

DOUGLAS FALCÃO e RENATO PACCA

O Globo – 23/01/2009

Recentes reportagens noticiam a mobilização de movimentos sociais brasileiros, patrocinada pelo Paraguai, que busca apoio para as mudanças propostas pelo presidente Fernando Lugo em relação ao contrato da hidrelétrica de Itaipu.

Emissários do governo paraguaio vêm mantendo contato com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Confederação Única dos Trabalhadores (CUT), entre outros movimentos ligados ou simpáticos à chamada Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), criada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a fim de pressionar o governo brasileiro a aumentar o valor pago pela energia de Itaipu e reavaliar a dívida referente à obra da hidrelétrica, de modo que o Paraguai, na prática, deixe de honrar com sua parte.

O eterno líder do MST, João Pedro Stédile, já vestiu uma improvável fantasia de embaixador informal do Paraguai no Brasil e confirmou a distribuição, entre a “militância”, de “documentos e argumentos do povo do Paraguai”. Se preciso for, fará “manifestações de solidariedade ao povo do Paraguai”. Um dos negociadores paraguaios confirmou a estratégia “de guerrilha” . A campanha também está sendo levada a universidades e ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil.

O viés ideológico é claro. Os governos “bolivarianos” fazem uso de sua principal tática: esvaziar as instituições democráticas dos países latino-americanos, apelando para grupos que se movimentam fora das instâncias formais, como o MST, desde que sob controle dos “líderes bolivarianos”. Tudo sob o argumento de que governo e “vontade do povo” se exercem sempre por meio de assembléias.

O tabuleiro da diplomacia entre governos é relegado a segundo plano e um obscuro jogo passa a ser travado com base em velhos conceitos de informação e contrainformação, que devem povoar o imaginário das viúvas saudosas do falido regime soviético.

O MST e outros movimentos supostamente defensores de ideais “sociais”, negando de antemão os direitos do Brasil sobre Itaipu, cuja construção foi integralmente paga pelo contribuinte brasileiro, mobilizam-se pela duvidosa demanda paraguaia. Mostram-se subservientes ao interesse estrangeiro e buscam conquistar nossa opinião pública por meio do assembleísmo de massas, uma das maiores ameaças à democracia. Nele, o indivíduo perde sua condição de cidadão, titular de um voto, e passa a integrar um rebanho que aguarda o sinal de seu líder.

De se notar que o assembleísmo tem vida curta. Após a tomada do poder pelos “valorosos” bolivarianos, como se deu na Venezuela, na Bolívia e no Equador, a liberdade de expressão e os direitos individuais são rapidamente cerceados ou suprimidos, sob o argumento de que a “revolução” não pode ser ameaçada por quem defenda “idéias discrepantes”, tudo sob o manto do governo “eleito”. É a nova roupagem das ditaduras na América Latina do século XXI.

E o Brasil? O que faz para enfrentar a situação de Itaipu? Por determinação do Palácio do Planalto, a tão criticada Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entrou em cena e deverá monitorar os passos do MST e o governo do presidente paraguaio Fernando Lugo, enquanto o Itamaraty mostra-se tímido. Na prática, o governo joga essencialmente o mesmo jogo obscuro, inclusive levando funcionários de Itaipu a reuniões com movimentos sociais.

Assim, a reação diplomática oficial fica relegada a segundo plano e o governo brasileiro limita-se a disputar o apoio “popular” dos nossos sem-terra com o governo paraguaio. O parlamento brasileiro, tão desgastado, sequer é ouvido e a democracia representativa, garantidora da defesa dos direitos individuais, mais uma vez aparece soterrada por uma dúzia de líderes de “movimentos sociais” .

O governo brasileiro, mais uma vez, confere ao MST um status indevido, ao dar satisfação de sua política externa soberana a um movimento “social” que, não satisfeito em sequer possuir registro formal e reiteradamente optar pelo caminho da ilegalidade ao violar direitos de cidadãos e descumprir decisões de tribunais brasileiros, ainda resolveu patrocinar os interesses do sr. Fernando Lugo – tão legítimos quanto o uísque paraguaio -, contra o Brasil e, por consequência, contra o contribuinte brasileiro, que periga pagar duas vezes pela obra da hidrelétrica. A ressaca promete ser dolorosa e duradoura.

***Amigos(as) – SOLICITO ATENÇÃO

em>The Soviet Story – A História Soviética (PT-BR) – 1 de 13
http://video.google.com/videoplay?docid=6488701198639525321
5 – Este documentário está dividido em 13 vídeos, sendo que os comunistas já conseguiram tirar do ar os de n° 2,3,6,9 e 10; Apenas 8 ainda
são possiveis acessar, não sei até quando. Estão com tradução para o português em legendas.
6 – Este primeiro vídeo já mostra como é que eles agem. Eliminam milhões de pessoas pela FOME e é para aí que estamos caminhando.
7 – E nem venham me dizer que este modelo faz parte do passado, pois “todos eles” vivem exatamente dos ideais do passado. Sem estes, sua
identidade se desfaz, passam a ser uns ninguéns.
8 – Se engana quem pensa que eles “estão” inofensivos; buscarão novas frentes, como estão fazendo agora. Não são mais una facção em busca
da reforma agrária, como eles mesmos afirmam. Seu foco agora é acabar com quem produz alimentos, com quem planta, colhe e vende.
9 – Ninguém pode plantar em 71% do territótio brasileiro. ISSO É UM ABSURDO!!!Depois de lerem e assistirem ao vídeo indicado, nada mais tenho a dizer. OU REAGIMOS OU ELES NOS MATARÃO, A NÓS E ÀS NOSSAS FAMILIAS. NÃO SOBRARÁ NINGUÉM PARA CONTAR A HISTÓRIA.E se você decidir ficar aí parado, com seu traseiro confortavelmente sentado atrás deste PC, o problema é seu e de sua consciência. Dane-se!

Mas se você tem um mínimo de descernimento, não se deixe enganar. Enquanto o alcoólico vai contando piadas e o mundo ri, este mesmo vai utilizando da caneta pra acabar com todos nós.

Não sou catastrófica, sou apenas alguém que está vendo e estudando, com atenção, a implantação de um regime inaceitável para o Século XXI.

Nossos vizinhos Chavez, Morales, Lugo, Correa, Raul, Cristina etc… deverão ser chamados como testemunhas do acusado, faço questão.

Não estou brincando!!!

Ana Prudente

(Ex-brasileira orgulhosa de prover alimento não só ao seus mas ao mundo também)

Nota 1:

E todos aqueles que não concordarem comigo, solicito que por favor, me peçam para tirá-los da minha lista de contatos. Não estou a fim e nem tenho mais tempo disponível para ficar debatendo coisas do tipo “dê a Cesare o que é de Cesare” (uma referência ao terrorista italiano).

Ninguém é obrigado a receber meus emails e muito menos a apoiar minha linha de pensamento. E sempre dentro da minha ética, ninguém saberá quem pediu pra sair. Respeito os covardes, faz parte da vida mas quero agregar, me conectar com outro tipo de gente!

Nota 2:

Não, eu não estou chateada com ninguém, antes que me perguntem. Eu estou é FURIOSA com o que estou vendo acontecer no meu país. Este é o meu solo, é a minha terra, assim como é a terra de vocês.

Nota 3:

Minha paciência se esgotou.

Nota 4:

Desde já agradeço a todos(as), pelo sim e pelo não.

Estadão, 21/01/09
Caderno 2 – D2
DIRETO DA FONTE
Sonia Racy

É proibido produzir

Lula recebeu no início do ano, do cientista Evaristo Miranda, diretor da Embrapa Monitoramento por Satélite, o resultado de uma pesquisa encomendada pelo próprio governo. Ela diz que “em termos legais, só 29% do País seria passível de ocupação agrícola”. Por que isso? Porque, segundo as conclusões do relatório, 71% do País está legalmente destinado a minorias ou a outras prioridades, como proteção e preservação ambiental.

Proibido produzir 2

O documento diz, especificamente, que as medidas de proteção colocam na ilegalidade grande parte da produção de arroz gaúcho, paulista e maranhense.

Também a de café em São Paulo, Minas, Bahia e Paraná. De gado, no Pantanal. De maçã e vinho, no Sul. De búfalos, em praticamente toda a região Norte. E situações semelhantes atingem a soja, cana-de-açúcar, citricultura, tabaco. O próprio Miranda avisa: “A agricultura será proibida.”Estadão, 20/01/09 – Primeiro Caderno/Nacinal – A7:

MST vê agronegócio como alvo aos 25 anos:

O Estado de S. Paulo – 20/01/2009

A reforma agrária no Brasil nunca se fez nem se fará em mesas de negociações, mas sim por meio invasões de terras. Essa é uma das principais conclusões dos líderes do Movimento dos Sem-Terra (MST) nas avaliações que estão fazendo sobre os 25 anos de fundação da entidade, comemorados nesta semana.

A reportagem é de Roldão Arruda e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 20-01-2009.

“Só a luta salva”, disse ontem em São Paulo, em entrevista coletiva, Marina dos Santos, integrante da coordenação nacional e porta-voz do movimento. “Mais de 70% dos assentamentos existentes no País surgiram da ocupações de propriedades. Não teríamos tido esse resultado em mesas de negociações.”

A líder dos sem-terra também disse que 1% dos proprietários rurais detêm 46% do total de terras agricultáveis. “Em termos de concentração de terras, somos o segundo pior país do mundo”, continuou. O primeiro seria o Paraguai.

Outra conclusão do MST, no balanço dos 25 anos, é a impossibilidade de convivência entre agronegócio e pequena propriedade – que inclui tanto a agricultura familiar tradicional, quanto assentamentos da reforma agrária. Isso equivale a dizer que um deve destruir o outro.

“Vamos intensificar o combate ao agronegócio”, anunciou João Paulo Rodrigues, que também integra o quadro de dirigentes nacionais do MST. De acordo com sua exposição, o agronegócio favorece a concentração de terras, o desmatamento e o uso intensivo de agrotóxicos, além de ampliar as áreas de monoculturas – como a cana, a soja e o eucalipto. A reforma agrária, por sua vez, aumentaria o número de pequenos proprietários, estimularia a produção de alimentos e criaria mais chances de emprego.

Para Rodrigues, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se contradiz quando afirma que é amigo dos sem-terra e elogia os grandes produtores rurais: “Ele chama os usineiros de heróis. Mas os usineiros são nossos inimigos, assim como as transnacionais, os ruralistas.”

Outro participante da coletiva, o geógrafo Ariovaldo Umbelino, professor aposentado da USP e assessor do MST, afirmou que existem vastidões de terras públicas, em sua maior parte ocupadas ilegalmente, que poderiam ser destinadas à reforma agrária. “Isso não acontece porque as elites não querem”, disse. “Mas não é só: o núcleo duro desse governo já não acredita, tanto do ponto de vista teórico quanto político, na reforma como alternativa de desenvolvimento econômico.”

A direção nacional do MST reúne-se a partir de hoje em Sarandi, no Rio Grande do Sul, para definir suas ações para este ano. A reunião será a portas fechadas. No sábado, eles se encontrarão com convidados do Brasil e do exterior para a festa dos 25 anos.

MST – Acordo Bolivariano.

Ministro venezuelano, cuja babá foi presa com arma no aeroporto de Guarulhos, sela acordo com o MST

Nota DefesaNet

Ver matéria publicada às vésperas da eleição:

Aeroporto Guarulhos – Funcionária Ministro Venezuelano Jaua presa por tráfico de armas Link

O Editor

Via Ucho.info

Virou baderna – Vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela durante o governo do finado caudilho Hugo Chávez e ministro do Poder Popular para Comunas e Movimentos Sociais, Elías Jaua Milano (na foto de camisa branca), em visita ao Brasil, assinou uma série de acordos nas áreas de treinamento e desenvolvimento de comunidade entre o governo comunista de Nicolás Maduro e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), entidade que sob a bandeira da socialização da terra ignora de forma criminosa o direito à propriedade, tão bem contemplado pela Constituição Federal de 1998.

Jaua encontrou-se com lideranças do MST e afirmou que os acordos visam aumentar a capacidade de compartilhamento de experiências de formação. “Queremos fortalecer o que é essencial para uma revolução socialista, o que é treinamento, conscientização e organização do povo para defender o que foi alcançado e avançar na construção de uma sociedade socialista”, disse Jaua no Brasil.

Elías Jaua, um dos mais poderosos e influentes ministros do governo do tiranete Maduro, recentemente envolveu-se em um rumoroso incidente em território brasileiro, mas especificamente no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos. A babá de Jaua foi detida pelas autoridades aeroportuárias sob a acusação de tráfico internacional de armas. A suposta babá carregava uma maleta com um revólver calibre 38 e munição, mas alegou que a arma pertencia ao ministro.

A babá foi presa em flagrante pelo crime de tráfico internacional de arma de fogo, com pena de reclusão de 4 a 8 anos, lembrando que o crime em questão é inafiançável. A presa não tem imunidade diplomática, por isso terá de submeter à legislação vigente no Brasil.

A funcionária de Jaua, que não teve o nome divulgado, veio de Caracas com a sogra o ministro e outros familiares em um avião da PDVSA, estatal de petróleo venezuelana que deixou cumprir os compromissos assumidos com o Palácio do Planalto na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A aeronave venezuelana pousou na base aérea em Guarulhos.

Para justificar o fato de portar a arma, o ministro afirmou ser a babá integrante da sua segurança e que a mesma portava a arma para proteção dele e de sua família. O ministro venezuelano assinou um termo perante um juiz e obteve a liberação da arma. Entretanto, a babá continua presa.

Useiros e vezeiros

A atitude do governo de Nicolás Maduro é uma grave violação da soberania nacional, algo que, dependendo da ideologia do intruso, não desperta o interesse do Palácio do Planalto, que com base na legislação vigente deveria repudiar ações dessa natureza. Como Maduro e Dilma Rousseff rezam pela cartilha bandoleira de Havana, por certo um não incomodará o outro e o imbróglio diplomático ficará por isso mesmo. Afinal, o Foro de São Paulo prega essas bizarrices.

A Venezuela não consegue sequer garantir à população local acesso a itens básicos de sobrevivência, como farinha e papel higiênico, mas arruma dinheiro para despachar um ministro ao Brasil, com o claro objetivo de ampliar os tentáculos do comunismo na porção sul do continente americano.

A incursão do bolivarianismo em terras brasileiras não é novidade e há muito o ucho.info chama a atenção das autoridades para o caso. Muito antes de fechar acordo de cooperação com o MST, a Venezuela já financiava o capítulo gaúcho da Via Campesina. Em outro ato de bisbilhotice em terra alheia, o governo venezuelano, por meio da PDVSA, patrocinou, em 2006, a escola de samba “Unidos de Vila Isabel”, como se isso nada representasse em termos de ingerência internacional.

 




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