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Policial da PRF mostra desconhecimento da lei vigente do CAC, e causa discussão no deslocamento do CAC.

DECRETO No 9.846, DE 25 DE JUNHO DE 2019 – Regulamenta a Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003
Art. 5º (…)
§ 3º Os colecionadores, os atiradores e os caçadores poderão portar uma arma de fogo curta municiada,
alimentada e carregada, pertencente a seu acervo cadastrado no Sinarm ou no Sigma, conforme o caso, sempre
que estiverem em deslocamento para treinamento ou participação em competições, por meio da apresentação do
Certificado de Registro de ColecionadorAtirador e Caçador, do Certificado de Registro de Arma de Fogo e da Guia de Tráfego
válidos. (a redação dada pelo Dec. 10.629/2021 está suspensa na ADI 6675, então este é o texto em vigor)
Mostra desconhecimento da lei vigente e das diretrizes da @prfoficial estabelecidas recentemente justamente para evitar este tipo de constrangimento.
Basta ao atirador/CAC dizer que está indo ao clube/competição e apresentar seu:
-CR
-CRAF (documento da arma)
-Guia de trânsito
Pouco importa o trajeto e o horário.
Casos como estes acontecem, porém é importante postar para esclarecer outros policiais e acabar com a visão de que QUEM ANDA ARMADO É BANDIDO OU POLÍCIA. NÃO. EXISTEM TAMBÉM OS CACs QUE TÊM SEUS DIREITOS.
・・・
#Repost @raio_imortal_oficial_1 :
DESABAFO DE UM CAC
Neste sábado pela manhã, a caminho do CTB (Clube de Tiro de Belém) na estrada de mosqueiro fui parado em uma abordagem rotineira de trânsito pela PRF, na ocasião me foi perguntado se possuía arma de fogo e respondi sim, sou CAC e estou a caminho do CTB, minhas filhas e esposa seguirão a evento na ilha de mosqueiro. Apresentei toda a documentação, pontuei o amparo legal, trajeto etc e para minha surpresa o agente da PRF de forma desrespeitosa(como podem ver nos vídeos) fez a apreensão da minha arma e me conduziu à delegacia. E lá, pasmem vocês, tentaram me induzir a dizer que eu estava fora de trajeto, aguardei o delegado por horas e antes dele chegar, fui comunicado pelo escrivão que eu já estava enquadrado em porte ilegal de armas sem mesmo o delegado chegar a delegacia ou ter me ouvido.
Delegado chegou disse que eu estava preso e eu perguntei qual era o crime e a discricionariedade dele quanto autoridade policial para definir o suposto crime que fui acusado pela PRF, visto ter apresentado toda a documentação a ele e a PRF.
O Delegado disse que iria acatar o depoimento do agente da PRF pois foi o primeiro a se apresentar.
RESULTADO: Pagamento de fiança de um salário mínimo, minha arma apreendida, inquérito policial sem nem mesmo eu ter a definição legal do crime cometido.
Significa que nós CACs estamos à mercê de qualquer juízo de valor, mesmo sem provas, que um agente de segurança pública pode ter com relação a nossa categoria.
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